Como empreender sem sair do emprego em 7 dicas

Empreender e ainda continuar no trabalho formal não é um impeditivo, minha amiga. A bem da verdade se você usar sua sagacidade vai conseguir tirar proveito dessa situação e ganhar com isso.

Gerenciar o tempo não se faz assim, mas é quase.

A decisão de empreender não escolhe data. Por isso, muitas vezes pode acontecer de conseguirmos a coragem para tal justamente quando estamos ali dentro do formato clássico: trabalhando formalmente. Empreender requer sacrifícios, é um caminho bastante longo, vai exigir de você decisões difíceis, e ao mesmo tempo você precisará continuar dando conta das suas tarefas dentro do ambiente corporativo. Optando por continuar na estabilidade do seu trabalho no corporativo – com os benefícios que ele traz – enquanto lida com o desenvolvimento do seu negócio é tentador: você só precisará estar atenta para não prejudicar nenhum dos dois universos.
Algumas dicas de quem já esteve aí poderão te ajudar a definir a estratégia da transição:

1 – Não misture as coisas

Essa vai ser uma das partes mais difíceis. Você precisará estar focada no seu trabalho diário e deixar pra investir tempo no seu empreendimento enquanto estiver em casa – se você misturar os e-mails, telefonemas e negociações correrá o risco de pecar em ambas as tarefas. Uma vez em casa cuidando do seu empreendimento, os negócios da empresa não podem tomar seu tempo;

2 – Planeje: faça um plano de negócios para o desenvolvimento do seu produto e considere suas horas de trabalho no corporativo

Dessa forma você não ficará tentada a misturar as coisas. Eduque-se para fazer o que tem que ser feito durante todo o seu tempo livre, mapeie as habilidades que serão necessárias para o seu projeto e dedique-se a desenvolvê-las (sabemos que não é fácil, mas é seu projeto de vida, certo?);

3 – Utilize a tecnologia

Ela será sua aliada desde o inicio; processos que puderem ser automatizados te darão um respiro enquanto mantém sua “vida dupla,” plataformas e aplicativos podem fazer seu papel durante o período em que você se dedica a empresa. Aplicativos como Trello e a técnica Pomodoro são uma mão na roda.

4 – Fique atenta ao seu orçamento

Uma vez estabelecido o limite de permanência dentro do corporativo, você precisará se programar para não ter um salário mensal, portanto esteja ciente de que seu poder financeiro vai mudar consideravelmente: os passos iniciais do seu negócio serão vagarosos e você deve saber que seu padrão de vida poderá mudar por um período – se você se programar para isso com certeza terá uma transição mais tranquila;

5 – Não esqueça onde está

Dentro do ambiente corporativo você está por dentro de tudo o que esta acontecendo no mercado, por isso utilize isso a seu favor e, ao pensar em sair da empresa, não esqueça que foi ali que começou sua jornada; leve toda essa experiência pra sua realidade empreendedora – contatos sempre serão contatos, conhecimento aprendido é investimento;

6 – Envolva-se na nova realidade

Respeite o tempo de maturação do seu próprio negócio, faça contatos e parcerias, participe de ambientes que proporcionem trocas de experiência e networking com pessoas da área em que você pretende empreender;

7 – Uma vez em voo solo, dedique-se de corpo e alma

Agora dedicada 100% ao seu empreendimento, tome tempo estabelecendo parcerias, faça visitas, troque o home office por espaços de trabalho compartilhado – que são de baixo custo e podem te dar a estrutura inicial pra receber seus clientes, além de serem uma bela fonte de troca e inspiração.

Está passando por essa transição? Gostaria de receber mais dicas sobre o ambiente empreendedor e se atualizar em questões profissionais? Assine nossa newsletter – a assinante conta com conteúdos exclusivos!

7 DICAS PARA MELHORAR SEUS HÁBITOS DE LEITURA

– por Mariana Zambon Braga

Eu poderia começar esse texto com dados alarmantes sobre como ainda lemos pouco no Brasil. Ou puxar a sua orelha e dizer que se você lê menos do que X livros por ano, você precisa melhorar este número. Em vez disso, estou aqui para te ajudar a melhorar os seus hábitos de leitura de acordo com a sua realidade.

Sabemos que tempo é algo escasso na nossa rotina. Por isso, não se torture caso não consiga devorar 10 livros em um único mês. O importante é adquirir o costume de ler e incorporar em nossas vidas o prazer proporcionado pelas histórias escritas. 

Os benefícios da leitura para a mente – sobretudo de obras ficcionais – são tantos, que vale a pena reservar um tempinho do seu dia para esta prática.

Ler expande nossos horizontes, melhora nossa capacidade de concentração, fomenta a empatia e nutre nosso espírito. E, de quebra, nos ajuda a ter pensamentos mais críticos e livres e a sermos pessoas bastante interessantes.

Motivos para abraçar os livros não faltam. Confira a seguir sete dicas preciosas para melhorar os seus hábitos de leitura e mergulhar nas páginas!

1. Monitore as suas leituras com a ajuda de aplicativos

Criar listas, separar os livros em prateleiras, ler e criar resenhas, classificar as histórias e descobrir novos títulos. Essas são algumas das funcionalidades de aplicativos como Goodreads e Skoob.

Além disso, eles funcionam como redes sociais e te ajudam a ver o que seus amigos estão lendo, permitindo mais interações durante esta atividade um tanto quanto solitária.

2. Participe de clubes de leitura

Participar de clubes do livro é uma excelente forma de entrar para o mundo da leitura. Iniciativas como o Leia Mulheres, que promove a leitura e o debate de obras escritas por autoras, ou como o Piquenique Literário de São José dos Campos – SP reúnem amantes da literatura e de boas conversas.

Você também pode criar o seu próprio clube de leitura, no seu escritório, com os amigos do prédio, na faculdade ou com a sua família.

3.  Frequente bibliotecas

Você conhece a biblioteca da sua cidade? É bem provável que a resposta para essa pergunta seja negativa.

Procure saber quantas bibliotecas públicas existem onde você mora. Frequente as salas de leitura. Além de economizar bastante na hora de escolher os próximos livros da sua lista, você contribui com a existência destes espaços.

Na cidade de São Paulo, por exemplo, a biblioteca Mario de Andrade funciona 24 horas e possui mais de 50 mil títulos para empréstimo. Opções não faltam para você !

4. Aposte nos livros digitais

Os livros são objetos cheios de magia. O cheiro do papel, a encadernação, a arte – tudo neles inspira um sentimento nostálgico e confortante. Porém, muitas vezes nos esquecemos de levá-los conosco.

Para facilitar a sua vida, dê uma chance aos livros digitais. Com os leitores de e-book, como Kindle, Kobo e Lev, você pode levar a sua biblioteca inteira para todos os lugares. Estes aplicativos também funcionam em smartphones e tablets.

Isto significa que você pode ler na fila do banco, enquanto espera um cliente chegar para uma reunião, no trajeto do ônibus ou no metrô.

5. Estabeleça metas de leitura realistas

Talvez você tenha muita vontade de ler, mas desanime ao ver o tamanho dos livros. O trabalho, as tarefas de casa, os filhos, o estudo – tudo está contra a gente nessas horas, não é mesmo?

Mas você não precisa começar por títulos de mil páginas. Tenha paciência. Escolha livros menores, leia crônicas ou contos.

E caso o título que você deseja ler seja realmente volumoso, defina uma quantidade diária de páginas que cabe no seu contexto de vida. Se o livro tem 500 páginas, você pode ler 10 por dia e, em pouco mais de um mês, terá completado a leitura.

Ler é um exercício de consistência, e não de velocidade.

6. Troque a TV pelas histórias escritas

Você chega em casa cansada do trabalho e quer se distrair no conforto do seu lar. A primeira opção que vem em mente é ligar a televisão ou procurar um filme ou série na Netflix.

Mas, que tal variar um pouco, reservando uma horinha dos seus momentos de descanso para se perder nas palavras?

Escolha um romance, uma história fantástica, ou até mesmo um relato biográfico, pegue uma bebida gostosa, seus petiscos preferidos, aconchegue-se na cama ou no sofá e boa viagem!

7.  Escolha livros que realmente te interessem

Muitas vezes, temos vergonha de escolher um livro que não seja clássico ou consagrado, por causa do preconceito literário. Mas eu te digo: não tenha medo de se render a um best-seller, se é isso que você está com vontade de ler naquele momento.

Conforme avançamos no mundo da leitura, nossa capacidade de analisar se um livro é bom ou não e nossas próprias preferências se tornam mais aprimoradas. Além disso, um livro realmente bom é aquele que dialoga com você durante a leitura.

Se o título ou a capa de um livro chamou a sua atenção, vá em frente. Viu uma resenha e achou interessante? Abra logo essas páginas sem medo de ser feliz! Não deixe de ler o que você gosta por causa da opinião dos outros.

Espero que com essas ideias você consiga incorporar a leitura ainda mais no seu dia a dia!

Gostou dessas dicas? Conte para nós o que você está lendo!


Mariana Zambon Braga
Responsável pela redação da Rede, é tradutora de inglês, formada em letras pela USP.

Atua nas áreas de: contratos, traduções técnicas, traduções literárias, artigos e monografias. Escritora por vocação e realizadora por necessidade. 


Imagens: Unsplash / Pexels

A vida não é uma linha reta

– por Mariana Zambon Braga

Quando pensamos nos nossos objetivos e nos planos que traçamos para alcança-los, a tendência é idealizarmos uma linha perfeita, reta e precisa. Como um gráfico pontilhado de lógica e verdades. Depois de destrinchar todas as possibilidades da realização de um sonho ou projeto, desenhamos um mapa e colocamos o pé na estrada, por assim dizer.

A meta está lá, no fim do traço, na seta, no ponto de chegada. Está implícito que partimos apenas de um ponto fixo em nossa linha do tempo. Estamos no ponto A e desejamos ir ao ponto B, que no futuro se transformará em ponto C e assim por diante. Porque, obviamente, com o passar do tempo, teremos novos objetivos a conquistar.

E como nosso tempo sempre é curto, temos pressa de chegar ao final. Por isso, é comum ignorarmos os contratempos. Quer dizer, nós os consideramos – afinal, todo plano que se preze leva em conta os possíveis cenários negativos.

Traçamos diversas retas de um ponto a outro, imaginando quais serão os pit stops necessários ao longo do caminho. No âmbito profissional, essas paradas podem significar um curso, uma especialização, a expansão dos negócios. No contexto pessoal, podem ser as metas de relacionamento, autoconhecimento, tudo aquilo que consideramos vital para o nosso crescimento como seres humanos.

Mas, o que acontece quando essa linha se entorta um pouco para a direita, para a esquerda, desenhando traços sinuosos e curvas imprecisas? Será que estamos preparadas para pegar um desvio ou recalcular a rota?

Uma estrada tortuosa

Por mais que o nosso plano seja realista, a verdade é que é impossível prever tudo o que pode dar errado ou fugir do nosso controle. Ainda que nosso foco esteja bem estabelecido em nossos projetos, precisamos compreender que a existência não é algo linear. Esta seta imaginária que traçamos rumo ao tão sonhado horizonte pode se romper, por motivos que fogem ao nosso controle. E está tudo bem.

Um dos grandes aprendizados que a maturidade nos traz é compreender que o controle é algo que pode nos escapar por entre os dedos num piscar de olhos. E para manter a sanidade, para poder continuar em pé em meio à tempestade, é essencial termos em mente que, em algum momento da vida as coisas não vão sair como planejamos.

Pode ser que você saiba exatamente o que fazer para chegar aonde deseja. E, no meio do caminho, decida que não era bem esse o lugar onde queria estar.  Talvez, nesse momento de incerteza, uma luz de emergência se acenda dentro da sua bússola pessoal, indicando que não é possível voltar atrás, ou o fracasso será iminente.

Uma nova perspectiva

Vou te contar um segredo: não tem problema se você voltar atrás.  Às vezes, é a melhor coisa a se fazer. Escolher um novo ponto de partida, vislumbrar novos horizontes. Reinventar as suas possibilidades. Ainda que o objetivo permaneça o mesmo, você certamente não será a mesma, e isso, por si só, já é um novo começo.

A vida não é linear. É inconstante, tem caminhos tortuosos, nos faz tropeçar e mudar de rumo.  E muitas vezes são os terremotos e os imprevistos que nos ajudam a enxergar os cenários mais gratificantes.

No fim das contas, mais importante do que aonde iremos chegar é toda a jornada que nos leva até lá.


Mariana Zambon Braga
Responsável pela redação da Rede, é tradutora de inglês, formada em letras pela USP.

Atua nas áreas de: contratos, traduções técnicas, traduções literárias, artigos e monografias. Escritora por vocação e realizadora por necessidade. 


Imagem: Pexels

QUEM PAGA A CONTA PELO ERRO?

Por Ana Carolina Moreira Bavon

A chance de dar errado existe, mas como você lida com ela? Não pense que ser perfeccionista e não admitir a possibilidade de cometer erros é uma qualidade, isso já virou mito faz muito tempo. Hoje vivemos uma realidade de mutação constante e, portanto, planos são alterados durante o percurso. Mudanças de planos implicam em erros que não foram previstos – essa é uma constatação. Portanto, errar é natural. O que fará de você alguém melhor e mais preparada para qualquer futuro é o reconhecimento espontâneo do erro e a capacidade de absorver o aprendizado que ele traz.

Bater a cabeça na mesa não vai ajudar...
Bater a cabeça na mesa não vai ajudar…

 

Quão tolerante ao erro você é? Quão tolerante ao seu próprio erro você é? Nem sempre seremos aplaudidas, nem sempre seremos elogiadas e ovacionadas, mas sempre aprenderemos, sempre descobriremos novas formas de resolver problemas antigos. A capacidade de aceitar que é falível e ser gentil consigo é maturidade e sabedoria. Todas erramos ou erraremos; as únicas pessoas isentas a isso são aquelas que não arriscam jamais, e você não é uma delas, não é verdade?

Em menor ou maior escala erros são erros e eles vão impactar seus planos. Para entender um pouco mais sobre aquelas áreas em que os erros podem prejudicar sobremaneira sua estrutura, vamos dividir aqui em 3 grandes grupos:

Erros causados por um capital emocional desalinhado

 

Leia também: Qual o custo emocional de abrir um negócio?

São aqueles erros baseados em questões emocionais e que afetam o seu cotidiano. Você passa a se sentir constantemente sobrecarregada, insatisfeita com a rotina, e acaba agindo por impulso. Seu dia ruim cruza com o dia ruim de um cliente, as emoções estão a mil por hora, não há freio que faça parar e pá: uma tomada de decisões precipitadas. Para evitar uma tragédia é preciso entender quais são as raízes desse desalinho e fazer um trabalho bem focado no seu emocional. Características assim tendem a ser toleradas e definidas como ossos do ofício, mas não são. São um sinal de alerta e que precisam ser verificadas, caso contrário seu negócio sentirá as mesmas dores que você.

Erros causados por uma gestão ineficiente

 

Leia também: Tenho meus objetivos e metas traçados… na minha cabeça!

Esses erros são muito parecidos e quase que ligados aos erros causados por um capital emocional em desalinho. Como gestora você precisa ter uma liderança empática e eficiente, saber motivar equipe e todos os parceiros que trabalham com você. Ter uma comunicação clara e distribuir as tarefas de acordo com a capacidade de cada uma das pessoas que trabalha pelo seu negócio. Tarefas mal elaboradas, metas não alcançadas e horas de trabalho jogadas fora. Essas falhas são causadas por falhas na gestão. Um bom planejamento com auxílio externo pode ajudar a resolver esse problema e evitar erros maiores que afetem o desenvolvimento do negócio.

Erros causados por falta de planejamento estratégico e um bom plano de negócios

 

A falta de conhecimento e planejamento estratégico podem causar enormes problemas no desenvolvimento de um negócio, principalmente quando ele está começando ou entrando na fase de crescimento. Se você não tem um plano de negócios ou um planejamento estratégico para seu negócio, é importantíssimo começar hoje mesmo. A falta desses 2 itens é similar a entrar num país desconhecido sem um mapa e uma bússola, e não estou pecando pelo excesso! Não é exagero dizer que o principal erro aqui é não buscar por ajuda especializada quando precisa, eu sei bem que a vida de empreendedora é aquele exército de uma mulher só, mas isso não pode prejudicar o seu desenvolvimento: por mais super-mulher que você seja, e eu sei que você é, você precisa de ajuda.

Como disse Peter Drucker : “Para ter um negócio de sucesso, alguém, algum dia, teve que tomar uma atitude de coragem”.

Ana Carolina Moreira Bavon

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6 COISAS A FAZER PARA TER MAIS RETORNO FINANCEIRO NO SEGUNDO SEMESTRE

Por Ana Carolina Moreira Bavon

Durante minhas leituras e pesquisas descobri uma empreendedora de Israel chamada Liat Behr, e ela é simplesmente incrível. Para aproximar as ideias delas eu traduzi esse texto que ela publicou em dezembro de 2016 no site que leva o nome dela. Original: http://liatbehr.com/5-things-women-entrepreneurs-need-2017/

Aqui vão 6 dicas necessárias para toda empreendedora que deseja ter uma saúde financeira melhor nesse segundo semestre:

1. Faça uma lista de todos os seus clientes

 

Sem dúvida, você atraiu novos clientes no primeiro semestre de 2017. Adicione-os à sua lista mais longa, aquela de clientes acumulados ao longo dos anos. Você sabia que “custa cinco vezes mais para atrair um novo cliente, do que manter um existente?” É a razão pela qual Jay Conrad Levinson, autor de Marketing de Guerrilha, explica que nós deveríamos gastar mais da metade do nosso tempo de comercialização e orçamento em clientes existentes. Essa é uma dica que precisa ser levada bastante a sério.

2. Defina sua lista de clientes e descubra quais são os 20% deles que mais gastam com seus produtos

 

O princípio de Pareto afirma que 20% de seus clientes trarão 80% de seus resultados. Descobrir quais clientes estão gastando mais e entrar no nível de compreensão de seus pontos de dor é sua tarefa mais importante. Você provavelmente já tem um produto ou serviço novo que atende a demanda desses clientes, mas se você ainda não o achou, você pode pensar sobre como você poderia oferecer-lhes um produto ou serviço que você não pensou em oferecer. Até agora.

3. Faça um balanço dos objetivos que você atingiu e dos objetivos que você não alcançou

 

Eu não sei você, mas há metas cujo controle eu perdi totalmente, das quais não atingi nenhuma. Algumas coloquei em espera e acabei esquecendo, e a outras eu realmente queria ter me dedicado, mas não consegui. É hora de voltar. É hora de descobrir quais objetivos foram de fato um erro (mesmo que tenham sido atendidos) e quais objetivos devem ser levados mais a sério (e que estão completamente ausentes do plano e precisam ser adicionados). Depois de fazer isso, não se esqueça de desenvolver o plano de ação e amarrá-los em seu calendário.

4. Ter um objetivo de renda mensal

 

Pode parecer óbvio, mas nem sempre é. Se não for óbvio, saiba que você está fazendo um grande desserviço a si mesma quando deixa de definir uma meta financeira mensal. Pense sobre a porcentagem que você gostaria de crescer este ano e alinhe-o com suas atividades de marketing – as mais bem-sucedidas do primeiro semestre e as que você pretende tentar para esse segundo. Não pense que 100% de crescimento ou mais seja impossível. Se esse é seu objetivo, apenas certifique-se de que suas atividades de marketing e os números tenham sentido.

Tenha um objetivo de renda mensal

5. Criar um conteúdo ou calendário de marketing

 

Mesmo que você não tenha um blog, você precisa de algum tipo de calendário para ajudá-la a lembrar quando precisa iniciar certas atividades de marketing. Por exemplo, se você tem um negócio e cria produtos para um público específico, você deve checar quais são as menções ao seu público durante o ano. Por exemplo, no dia das crianças existe uma enorme quantidade de ações direcionadas para esse público, portanto você deve abordar parcerias antes dessa data e descobrir como poderá fazer ações de marketing em conjunto. Não criar um calendário de conteúdo pode significar oportunidades de negócios perdidas, e menos dinheiro no banco.

6. Descobrir qual trimestre foi mais bem-sucedido e qual foi o produto de menor sucesso

 

Agora volte e tente lembrar o porquê. É óbvio que é melhor fazer esse exercício em tempo real. Ou seja, depois de cada trimestre, descobrir por que foi um ótimo trimestre, ou menos do que bom. Mas mesmo que você não tenha feito isso depois de cada trimestre, refletir sobre isso agora irá ajudá-la a descobrir o que você precisa repetir e o que você precisa melhorar. Se você pode elevar seu quadro mais fraco e pensar apenas em três coisas para melhorar seus números, você se sairá melhor no próximo semestre.
Para concluir nota minha: preste atenção ao seu plano de negócios, esteja certa de que vem seguindo suas estratégias e planos de ação, não tenha medo de errar e lembre-se: você é a única responsável por realizar seus objetivos, cuide-se bem e cuide de todo o resto.

Como disse Nietzsche: “Só se pode alcançar um grande êxito quando nos mantemos fiéis a nós mesmos.”.

Ana Carolina Moreira Bavon

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Nutrição: Café – Mocinho ou Vilão?

– por Tatiana Picirillo

Um cafezinho é tudo de bom, não é mesmo? Mas, afinal, ele é mocinho ou vilão?

A verdade é que tudo vai depender da quantidade e o modo como este café está sendo ingerido. A recomendação é de aproximadamente duas xícaras de 180 ml ao dia e quem acaba consumindo uma quantidade muito superior a esta não usufrui de seus benefícios.

E quais são eles?

O café traz melhoras ao estado de alerta, aumenta a energia e a concentração, diminui o sono e o cansaço, melhora os sintomas de doenças como Alzheimer e Parkinson. O café coado é mais saudável que o expresso, pois este último possui duas substâncias – o caeol e cafestol – que podem interferir no aumento de colesterol. Quando o café é coado no filtro de papel, estas substâncias se desprendem e são filtradas antes de chegar ao seu copo.

O tradicional cafezinho após o almoço também não é benéfico, pois a cafeína inibe a absorção do ferro. No caso das pessoas que apresentam sensibilidade gástrica como gastrite ou úlcera, o café irrita a mucosa, podendo machucar as paredes do estômago.

Tomar café em copo de plástico não é interessante pois o café quente faz o plástico liberar resíduos tóxicos. Café com açúcar o  torna mais calórico, além de interferir em seus benefícios. A melhor opção é tomá-lo ao natural.

Uma dica para evitar o uso de açúcar é coar o café com canela, pois dá um gostinho diferente e mascara a falta do sabor doce.

Agora que você já sabe os benefícios e malefícios do café, escolha a melhor opção para ingerir esta tradicional e deliciosa bebida.


A Tatiana é Consultora da Feminaria e presta atendimento às nossas Associadas. Para agendar o seu horário, entre em contato pelo telefone (11)2737.5998 e verifique a disponibilidade. Para mais informações sobre como ser Associada Feminaria, envie um e-mail para: contato@feminaria.com.br ou casa.feminaria@feminaria.com.br

Tatiana Maia Piccirillo

Consultora da Feminaria, Formada pela Universidade São Judas Tadeu. Pós-graduada em Nutrição Clínica pela Universidade Gama Filho. Coach Nutricional, trabalha com emagrecimento voltado para reeducação alimentar e mudança de comportamento. 

VALIDEI MINHA IDEIA DE NEGÓCIO, E AGORA?

– por Ana Carolina Moreira Bavon

Parabéns! Depois de muito trabalho e determinação você conseguiu validar sua ideia de negócio. Validar uma ideia não significa que você tem um plano de negócios, significa que você tem uma ideia que tende a se transformar num negócio promissor. Não podemos esquecer que a validação serve para analisar os pontos principais do negócio e definir se ele está pronto para ser desenvolvido ou se ainda precisa ser revisto. Foi validado como pronto e pode ser desenvolvido? Agora você precisa iniciar o seu produto.

O desenvolvimento do produto deve ser trabalhado de forma cautelosa e muito detalhada, isso porque dele dependerá o futuro do seu negócio.

A ideia validada precisa de um ótimo suporte para ser desenvolvida como negócio.  “Mas Ana, basta desenvolver um plano de negócios” – disse a empreendedora com a ideia validada.

Eu respondo: sim, é preciso desenvolver um plano de negócios, mas você sabe descrever perfeitamente tudo o que precisa ser colocado dentro de um plano de negócios? Provavelmente você saberá seguindo os inúmeros tutoriais que existem disponíveis na internet, mas é preciso garantir que cada parte do plano esteja “amarrada” e definida de forma objetiva.

O plano é mais um processo do que um produto. O plano de negócio não é a empresa, não é o negócio, ele é a descrição dele. O seu plano de negócios não tem o poder de prever o futuro, portanto, dificilmente descreverá com precisão razoável a sequência de eventos. Quanto mais bem elaborado e completo, mais seguro ele será, além de ser essencial para manter você atenta ao que deseja que aconteça e a todos os cenários possíveis.

Para que serve um plano de negócios?

Para a criadora: serve para organizar as ideias e tirar o projeto do universo da imaginação. Ele serve como uma análise preliminar da viabilidade do seu projeto considerando toda a operacionalidade dele.

Para quem o recebe: tem como função dar uma visão panorâmica e geral do projeto, ele é o documento que demonstra para o leitor que o projeto é viável e trará benefícios. Lembre-se que o leitor pode ser um parceiro, um investidor ou potencial sócio.

Quais são as aplicações de um plano de negócios?

  • Desenvolvimento da ideia validada
  • “Criação” do seu modelo de negócios
  • Lançamento de produto
  • Inauguração de Unidade
  • Início de operação
  • Fusão ou compra
  • Capitalização financeira
  • Lançamento de ações
  • Criação de novas empresas
  • Revitalização da empresa

Um plano de negócios bem feito poderá sofrer várias alterações durante o desenvolvimento do seu empreendimento. No entanto, ele terá uma base sólida devidamente estruturada e que poderá te deixar livre para alterar a rota a qualquer momento.

Antes de elaborar um plano de negócio

Antes de elaborar um plano de negócios você vai precisar definir seu objetivo. O que você pretende com o seu plano? Qual a finalidade dele? Lembre-se de que um plano de negócios tem várias aplicações e definir exatamente o seu objetivo vai garantir que seu plano seja desenvolvido de acordo com a aplicação para quem será destinado.

Quanto custa elaborar um plano de negócio?

Com as facilidades atuais você pode montar um plano de negócios sozinha. Existe uma infinidade de conteúdo relacionada ao tema, desde passo a passo até aulas online. Você pode contratar uma consultoria especializada, uma boa profissional vai cobrar de você um valor atrelado a complexidade do negócio para o qual você vai desenvolver o plano, podendo variar a partir dos X mil reais.

Você também pode se associar à Feminaria e desenvolver seu plano junto conosco e o valor é o que você já conhece – cabe no seu bolso e não vai afetar seu orçamento. É importante ter em mente que o custo desse trabalho precisa estar dentro da sua reserva para “abrir” seu negócio, vamos falar sobre isso em um próximo artigo.

 

Vai fazer seu plano de negócios sozinha?

A melhor dica que posso te dar é: seja o mais honesta possível, quanto mais objetiva e sincera você for, maiores são as chances de desenvolver um plano realista e de acordo com a realidade do mercado no qual irá atuar. Importante: liste inclusive suas limitações e habilidades que não tem, isso vai te dar uma maior segurança, assumir que não sabemos tudo é sinal de maturidade.

Para concluir: você nunca estará livre da obrigação de colocar no papel tudo aquilo que passa pela sua cabeça. Sempre que houver uma alteração na rota, você precisará rever seu plano de negócios e se necessário criar um outro com nova finalidade de aplicação. Se você permite mais uma dica, aqui vai: mantenha simples!

Como disse Khalil Gibran: “A simplicidade é último grau da sabedoria”.


Ana Carolina Moreira Bavon

Advogada, consultora jurídica e fundadora da Rede Feminaria.


Imagem: Pinterest

Você precisa de um “pitch”? Então, não escreva um.

– por Ana Carolina Moreira Bavon

Desde que comecei a me movimentar efetivamente no ambiente empreendedor (é um universo), percebi que a palavra pitch se repete exaustivamente e comecei a ficar ressabiada porque não havia montado o meu pitch matador. Existem cursos, técnicas, livros, workshops; enfim, não faltam ferramentas para nos ajudar a desenvolver o pitch perfeito.

A regra é clara: ele precisa ser impactante o suficiente para que chame a atenção do seu ouvinte – que em geral é um investidor ou alguém para quem você pretende “vender” sua ideia, produto ou negócio.

Pois bem: me vesti com a minha melhor roupa (de gosto duvidoso, é claro), sentei em frente ao meu notebook e lá fui eu desenvolver o pitch.

Tenho facilidade em escrever e por isso imaginei que seria uma coisa simples. Pensei: tenho bem definidas as ideias e agora basta colocar no papel seguindo a fórmula: quem sou, o que faço, o que desejo e como pretendo realizar e o que preciso agora para atingir meu objetivo. Nunca imaginei que seria tão difícil. Não falo que foi um parto porque não tenho a menor ideia de como deve ser um, mas foi tão difícil quanto ouço minhas amigas mães falarem sobre isso: todo mundo quer dizer qual é a melhor maneira de você fazer o seu, porém, ninguém está ali na sua pele pra saber o que você sente e deseja.

Successful Young Businesswoman Holding Speech

Depois de me apegar a técnica e me desesperar, tive um lampejo de lucidez e me dei conta que eu precisava explicar exatamente aquilo que eu sentia e fazia. Ou seja, eu tirei o foco da técnica e me preocupei em “abrir o coração” foi então que o trabalho começou a fluir, depois começou a ficar bonito, depois eu comecei a me emocionar. Ao passo que meu pitch era desenvolvido eu observava a trajetória que estava percorrendo, poder analisar as coisas por essa nova perspectiva me dava uma sensação de evolução e via que meu negócio estava conseguindo refletir meus valores pessoais.

Escrevi como se não houvesse amanhã, coloquei no papel o que meu coração e memória mandavam e o texto ficou enorme e lindo. Foi então que parti para a segunda fase: transformar aquela confissão em algo palatável para o mercado.

Me inspirei nas pessoas mais capacitadas que conheço:  os vendedores ambulantes! Esses profissionais têm segundos para mostrar que o produto deles precisa ser levado por você, você invariavelmente pode viver sem aqueles produtos e ainda assim: compra! Por que eles conseguem fazer isso?  Porque eles precisam voltar para casa com o dinheiro daquelas vendas do dia, porque daquele dinheiro depende o amanhã e o depois. Então, ali naquela venda, eles colocam o que têm de mais importante: o esforço em manter suas vidas e a daquelas pessoas que dependem deles. Como eles aprenderam isso? Com a vida. A vida mostrou para esses profissionais que a única maneira de se manterem no mercado seria comunicando com paixão aquilo que fazem.

Li meu textão, reli meu textão, suprimi várias partes, mas estrategicamente deixei aquelas que me afetavam emocionalmente sem perder a objetividade. Meu pitch está pronto.

Esse texto é para dizer que não importa o quanto de técnica você tenha, quantas capacidades você domine e o quão maravilhoso é o que você faz – o que vai te fazer comunicar com paixão a ponto de despertar o interesse do mais desaviado dos ouvintes é a paixão que você emprega no que quer que seja.

A paixão pode estar em vários lugares: na sua necessidade de levar estabilidade para a sua família, na sua necessidade de provocar mudanças estruturais no mundo, mas te digo: ela sempre diz respeito ao outro e nunca a você. Quanto de ti existe no que você faz?


Para mais informações sobre como ser Associada Feminaria, envie um e-mail para: contato@feminaria.com.br ou casa.feminaria@feminaria.com.br.


Ana Carolina Moreira Bavon

Advogada, consultora jurídica e fundadora da Rede Feminaria.


Imagem: Freepik

Série: Mecanismos de Acesso à Justiça

– por Tatiana Dias

II – Sistema Multiportas

Continuando a série de artigos sobre mecanismos de acesso à justiça, preciso apresentar para vocês um mecanismo que vem sendo fortemente incorporado pelo Direito brasileiro nos últimos anos, com o objetivo de facilitar e tornar mais efetivo o acesso à justiça. Trata-se do sistema multiportas de resolução de disputas.

O sistema multiportas propõe a utilização de meios extrajudiciais para a solução de conflitos, especialmente métodos como a arbitragem, a conciliação, a mediação, a negociação e outros mecanismos que misturam essas técnicas[1].

Essas formas alternativas de resolução de conflitos sempre existiram, porém passaram a ser sistematizadas, regulamentadas e legitimadas como formas tão ou mais adequadas de resolução de disputas quanto a sentença judicial apenas nas últimas décadas.

Esse reconhecimento foi necessário pois, com o desenvolvimento das relações sociais e jurídicas, observou-se que a solução judicial seria insuficiente para atender toda as demandas, seja por uma insuficiência de recursos materiais do Estado, seja pela frequente ineficácia do provimento jurisdicional na resolução de conflitos complexos.

Assim, com a incorporação do sistema multiportas de acesso à justiça, passa-se a admitir como plenamente válidas e legítimas formas alternativas de resolução de conflitos, ao lado da solução judicial, incorporando-as, inclusive, à estrutura estatal de solução de disputas.

Portanto, as pessoas podem utilizar esses meios de solução de conflitos de forma privada, contratando negociadores privados, empresas de mediação e conciliação ou tribunais e câmaras arbitrais. Há muitos, basta pesquisar bem e conferir a credibilidade desse prestador de serviço[2].

O custo desses serviços pode parecer alto. Mas antes de descartar essa via pelo seu custo, é importante que você considere que para resolver seu conflito judicialmente será necessário contar com advogados durante todo o processo, a resolução definitiva da questão pode demorar anos, há custas judiciais e outras despesas com o processo que serão suportadas pela parte.

Ademais, há situações em que a utilização da mediação como forma de atendimento individualizado, com objetivo de restaurar as relações e o diálogo será muito mais eficaz a médio e longo prazo do que a solução judicialmente imposta, como é o caso de conflitos familiares (separações, divisões de bens, guarda de filhos). Portanto, o custo imediato não deve ser o único fator a ser considerado, valendo lembrar que sempre é possível negociar valores, forma de pagamento, etc.

Além dos serviços privados, atualmente o Poder Público oferece o sistema multiportas através dos centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania – CEJUSC, que estão sendo instalados pelos órgãos do poder judiciário em suas unidades e também em parcerias com outros órgãos públicos[3].

Os CEJUSC se destinam a oferecer orientação à população sobre direitos e acesso à justiça, bem como disponibilizar a mediação e a conciliação gratuitamente, como meios de resolução de conflitos.

Qualquer pessoa pode se dirigir diretamente ao CEJUSC para realizar uma reclamação, verbal ou por escrito, descrevendo brevemente o conflito e solicitando o agendamento de uma sessão de mediação ou conciliação, para tentativa de acordo.

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A partir da reclamação, o CEJUSC orienta sobre o método mais adequado para resolução do conflito[4], agenda-se a sessão e emite a carta convite para convidar a outra parte. Neste caso, a outra parte não é obrigada a comparecer, a disposição para conciliação e mediação é voluntária.

Portanto, se uma das partes não comparece na sessão, a reclamação é arquivada. Se ambas as partes comparecem, realiza-se a sessão e se as partes firmarem acordo, este é encaminhado para homologação judicial, sendo que com essa homologação o acordo terá eficácia de título executivo, ou seja, poderá ser executado perante o Judiciário diretamente, em caso de descumprimento.

Vale mencionar ainda que atualmente é oferecido pelo conselho nacional de justiça um sistema digital de conciliação, que pode ser acessado aqui .

Há também outras plataformas eletrônicas privadas que oferecem serviços de mediação e conciliação de conflitos a preços acessíveis.

É importante esclarecer que para participar de um procedimento de conciliação ou de mediação, não há obrigatoriedade de representação por advogado. Porém é altamente recomendável que antes de conciliar ou mediar, a parte faça ao menos uma consulta a um advogado de sua confiança, para entender com clareza quais os direitos, possibilidades e riscos envolvidos no conflito e nas possíveis formas de resolução.

Minha recomendação é: quando estiver no meio de um conflito, converse com um advogado sobre as múltiplas possibilidades de resolução do seu caso em específico e avalie o que melhor irá atender a sua condição financeira e a seus objetivos.

Em resumo, a instauração de um processo para definição de direitos e deveres ao caso concreto não é a única forma de resolução de conflitos e, muitas vezes, não é a forma mais adequada para resolver o seu problema, seja porque tem um custo alto, ou porque demora muito, ou porque não resolve efetivamente o problema entre as partes, mantendo a situação de conflito e insatisfação de todos os envolvidos.

Por isso, a familiarização com o sistema multiportas de solução de conflitos é um importante passo para a compreensão das múltiplas possibilidades de se lidar com uma disputa de qualquer tipo, ampliando as possibilidades de acesso à justiça para todos.


Notas:

[1] Saiba mais sobre cada método: http://www.cnj.jus.br/programas-e-acoes/conciliacao-e-mediacao-portal-da-conciliacao

http://www.amcham.com.br/centro-de-arbitragem-e-mediacao/arbitragem/sobre-arbitragem

[2] Em São Paulo, uma boa referência são os conciliadores e câmaras reconhecidos pelo Tribunal de Justiça, que podem ser consultados aqui: http://www.tjsp.jus.br/Conciliacao/Nucleo/CamarasPrivadas

[3] Em São Paulo, mais informações e endereços dos CEJUSCs podem ser consultadas aqui: http://www.tjsp.jus.br/Conciliacao. Em outros estados, consulte o Tribunal de Justiça local.

[4] O CEJUSC deveria indicar a mediação ou a conciliação conforme a necessidade do caso, mas atualmente muitos CEJUSC ainda não possuem um núcleo de mediação que ofereça esse serviço de forma adequada, sendo muitas vezes oferecida apenas a conciliação. Porém, a expectativa é que esse cenário seja solucionado, passando a ser oferecida a mediação em toda sua complexidade pelo Poder Judiciário, para os conflitos que demandam essa intervenção qualificada.


Ainda tem dúvidas sobre esse assunto? A Tatiana é Consultora da Feminaria e oferece atendimento às nossas Associadas. Para agendar o seu horário, entre em contato pelo telefone (11)2737.5998 e verifique a disponibilidade. Para mais informações sobre como ser Associada Feminaria, envie um e-mail para: contato@feminaria.com.br ou casa.feminaria@feminaria.com.br

Tatiana Dias

Graduada em Direito (PUC-SP) e pós-graduada em Direito e processo do trabalho (PUC-SP) e formação em Mediação (ESA SP), Negociação sindical (FGV SP) e Coaching Ontológico (Instituto Appana SP). Com experiência de 10 anos nas diversas áreas do Direito, atualmente atua especialmente com Direito trabalhista, cível e contratual. Estuda relações de trabalho, contratos, soluções alternativas de conflitos, filosofia, gênero, empreendedorismo e desenvolvimento humano. 

Saiba de uma vez por todas como empreender e ainda continuar no seu emprego

– por Ana Carolina Moreira Bavon

Empreender e ainda continuar trabalho não é um impeditivo, minha amiga. A bem da verdade, se você usar sua sagacidade vai conseguir tirar proveito dessa situação e ganhar com isso.

A decisão de empreender não escolhe data, por isso, muitas vezes pode acontecer de conseguirmos a coragem para tal justamente quando estamos ali dentro do formato clássico: trabalhando formalmente. Empreender requer sacrifícios, é um caminho bastante longo, vai exigir de você decisões difíceis. Ao mesmo tempo, você precisará continuar dando conta das suas tarefas dentro do ambiente corporativo.

Continuar na estabilidade do seu trabalho no ambiente corporativo, com os benefícios que ele traz, enquanto lida com o desenvolvimento do seu negócio, é algo tentador. Você só precisará estar atenta para não prejudicar nenhum dos dois universos.

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Algumas dicas de quem já esteve ai poderão te ajudar a definir a estratégia da transição:

1 – Não misture as coisas: vai ser uma das partes mais difíceis. Você precisará estar focada no seu trabalho diário e deixar pra investir tempo no seu empreendimento enquanto estiver em casa, se você misturar os e-mails, telefonemas e negociações correrá o risco de pecar em ambas as tarefa. Uma vez em casa cuidando do seu empreendimento, os negócios da empresa não podem tomar seu tempo;

2 – Planeje: faça um plano de negócios para o desenvolvimento do seu produto e considere suas horas de trabalho no corporativo (dessa forma não ficará tentada a misturar as coisas), eduque-se para fazer o que tem que ser feito durante todo o seu tempo livre (sabemos que não é fácil, mas é seu projeto de vida, certo?);

3 – Utilize a tecnologia: ela será sua aliada desde o inicio. Processos que puderem ser automatizados te darão um respiro enquanto mantém sua “vida dupla,” plataformas e aplicativos podem fazer seu papel durante do período em que você se dedica a empresa;

4 – Fique atenta ao seu orçamento: uma vez estabelecido o limite de permanência dentro do corporativo,  você precisará se programar para não ter um salário mensal. Portanto, esteja ciente de que seu poder financeiro vai mudar consideravelmente, os passos iniciais do seu negócio serão vagarosos e você deve saber que seu padrão de vida poderá mudar por um período. Se você se programar para isso, com certeza será uma transição mais tranquila;

5 – Não esqueça de onde está: dentro do ambiente corporativo você está por dentro de tudo o que esta acontecendo no mercado. Por isso, utilize este ponto a seu favor e ao pensar em sair da empresa, não se esqueça de quem você foi ali e leve toda essa experiência pra sua realidade empreendedora. Contatos sempre serão contatos, conhecimento aprendido é investimento;

6 – Envolva-se na nova realidade: respeite o tempo de maturação do seu próprio negócio, faça contatos e parcerias, participe de ambientes que proporcionem trocas de experiência e networking com pessoas da área em que você pretende empreender;

7 – Uma vez em voo solo: agora dedicada 100% ao seu empreendimento, invista seu tempo em estabelecer parcerias, faça visitas, troque o home office por espaços de trabalho compartilhado que são de baixo custo e podem te dar a estrutura inicial pra receber seus clientes – além de serem uma bela fonte de troca e inspiração.

Esta passando por essa transição? A Feminaria oferece todo suporte tanto em consultoria quanto espaço físico para você estar em segurança  desenvolvendo sua nova trajetória. Seja uma associada!


Para mais informações sobre como ser Associada Feminaria, envie um e-mail para: contato@feminaria.com.br ou casa.feminaria@feminaria.com.br.


Ana Carolina Moreira Bavon

Advogada, consultora jurídica e fundadora da Rede Feminaria.


Imagem: Pinterest

Further report. Criminal case found near railroad CCA-500_Sample-Questions between 38th and 11th Street. Homicide. Completed. Criminal police, forensics, ambulance and emergency medical Finished. Received, 5885. Caught the suspect 0B0-400_Testing yet Finished. 1Y0-A24_Dumps-Pass4sure No suspects found. 0B0-400_Testing 5885, finished. Shakes looked 0B0-400_Testing at the finger, that root was cut off the bones exposed bones finger. She 0B0-400_Testing looked at the glittering diamond ring, those eyes, E20-016_Exam-Dump and that twisted mouth Europe, that horrible mouth. Thriller spread throughout her body. Emilia Shakes swimming in the water snake river during the summer camp, and 1Y0-A24_Dumps-Pass4sure absolutely did not hesitate to 070-562-VB_Exam-Dumps-PDF jumped from the 100-foot bridge, but as long as she thought of a hush think of Was tied into a ball, could not move, immediately fell into the feeling of panic like an electric shock. Because of this, 0B0-400_Testing Shakes walked so fast and was so crazy when 1Y0-A24_Dumps-Pass4sure driving. As long as you move, they can not catch you She heard a voice and quickly looked up. A rumbling sound came 0B0-400_Testing from far and louder and louder. Few 070-562-VB_Exam-Dumps-PDF pieces of shredded paper are raised by the wind and fly along the rails. Dust circling around her, like an angry ghost. Then there was a deep whine Emiliano Shakespear, a five-foot-nine patrolman, found himself CCA-500_Sample-Questions facing the locomotive of a 31-ton American-American company. The red, white, blue-faced steel behemoth is approaching her at ten miles an hour. Stop Stop She shouted. The train driver ignored her. Shakes ran to the railway, standing in the middle 0B0-400_Testing of the rails, swinging his legs CCA-500_Sample-Questions waving his arm, signaling the driver to E20-016_Exam-Dump stop CCA-500_Sample-Questions moving forward. 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That is at least three months ago. Who was the guest last visited Maybe those reporters, or a distant relatives. Thats right, its Peter E20-016_Exam-Dump Chter, a spine neurologist in Lyme. Blaine E20-016_Exam-Dump has been here several times, but she certainly can not be a 070-562-VB_Exam-Dumps-PDF visitor. Its so cold here, complains 070-562-VB_Exam-Dumps-PDF Tommy, reaching out to open the window at the same time. Young typical performance. Lyme thought. Do not open the window, he ordered, well, tell me whos coming Its cold. Youre going to scare the bird.You can turn off the air conditioner.Ill be closed. 0B0-400_Testing Lets open again, said Tangmajas forcefully to lift 0B0-400_Testing the thick wooden frame of the window. The two birds got accustomed 0B0-400_Testing to playing since they moved in. Hearing the noise, the two peregrine falcons turned their heads and widened their eyes to the source of the E20-016_Exam-Dump noise. But they were just E20-016_Exam-Dump wide-eyed, still on the edge of the bay windows, overlooking monarchs overlooking the collapsed ginkgo trees in their territory and the car parked on both sides of the street. Lyme asked again Whos coming Leon Salet. Leon What did he do Thomas looked back and forth at the room.